Título Original: The Name of the Wind
Série: A Crônica do Matador do Rei
Autor: Patrick Rothfuss
Ano: 2009
Gênero: Fantasia
Editora: Sextante
Número de páginas: 651
Nota pessoal: 5/5
“Meu primeiro mentor me chamava de E’lir, por que eu era inteligente
e sabia disso. Minha primeira amada de verdade me chamava de Duleitor, porque
gostava desse som. Já fui chamado de Umbroso, Dedo-Leve e Seis Cordas. Fui
chamado de Kvothe, o Sem-Sangue; Kvothe, o Arcano; e Kvothe, o Matador do Rei.
Mereci esses nomes. Comprei e paguei por eles.
Mas fui criado como Kvothe. Uma vez meu pai me disse que isso
significava “saber”.
Fui chamado de muitas outras coisas, é claro. Grosseiras, na
maioria, embora pouquíssimas não tenham sido merecidas.
Já resgatei princesas de reis adormecidos em sepulcros. Incendiei a
cidade de Trebon. Passei a noite com Feluriana e saí com minha sanidade e minha
vida. Fui expulso da Universidade com menos idade do que a maioria das pessoas
consegue ingressar nela. Caminhei a luz do luar por trilhas que outros temem
falar durante o dia. Conversei com deuses, amei mulheres e escrevi canções que
fazem os menestréis chorar.
Vocês devem ter ouvido falar de mim.” Pág. 58
Resenhar esse livro não
é lá tarefa das mais fáceis. É uma grande responsabilidade tentar condensar em
alguns parágrafos a magnífica experiência que foi me aventurar pelo fantástico
mundo dos Quatro Cantos e conhecer o corajoso Kvothe, mas vou tentar. Hoje
falarei de O Nome do Vento, primeiro
dia d’A Crônica do Matador do Rei de
Patrick Rothfuss.